18 de janeiro de 2017

Confissões de uma Vênus

Kinsei... Vênus... O nome de meu planeta guardião é composto pelo ideograma "ouro". Ouro este que se encontra em meus cabelos, e também remete à alegria e energia que todos dizem que possuo.
Já que quem me vê no meu cotidiano certamente dirá que estou sempre sorrindo, gargalhando ou recitando ditados errados. É como eu sempre digo: filho de peixe vira peixe assado! Ih, acho que não é bem isso...
Assim é a Minako: uma alopradinha, divertida, mas também muito terna. Já escutei certa vez: “Invejo você, Mina, por ser nascida sob a regência da deusa do amor e da beleza!“. Entretanto, respondo que nem tudo são flores, já que não posso sequer desfrutar desta bênção, que, assim, acaba tendo um sabor agridoce. Como líder das guerreiras, eu deveria saber melhor do que ninguém que o dever encontra-se acima de tudo, até mesmo de minha própria vida. Por isso, na vida de uma sailor senshi os amores ficam em segundo plano.
Porém, não bastando eu ser regida pela estrela do amor, quis o destino que eu reencarnasse em um planeta cheio de emoções e sentimentos tórridos como este. Assim, como autêntica venusiana, era inevitável esbarrar em uma ou outra paixão. Foram tantos... Kunzite... Ace... Allan... Não nego que foram experiências intensas, mas nenhum deles foi amor de verdade... No fim, todos se tratavam de paixões efêmeras. Talvez fosse o próprio acaso impedindo-me de me desviar da minha verdadeira incumbência. Pois não importa quantas vezes eu renasça, neste ou em outros mundos, minha alma carregará eternamente a missão de proteger Serenity e de comandar as demais guerreiras.  Missão esta que muito me honra, por sinal.
Mas chega de ficar aqui filosofando sobre a vida... Não vou mais tomar o seu tempo com minhas pataquadas! Você não deve levar nada disso a sério... Pois são apenas confissões de uma certa Vênus encarnada aí... Agora, se me der licença, preciso muito ir ao Game Crown, afinal, aquele jogo novo não vai se zerar sozinho! Hehehe


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